domingo, 13 de dezembro de 2015

9 Months, capitulo 17 - I love you too

Audrey POV.
Olhava para minha cama mordendo o canto da minha boca, Suri dormia mas eu sentia que a mesma ainda passava mal. Acordei de madrugada com ela chorando, vi que ela estava com febre e dei um banho nela e a coloquei na minha cama. Agora, depois de mais ou menos uma hora eu não conseguia dormir preocupada com a minha filha. Minha mãe estava ficando irritada com toda a bagunça dessa casa em relação a Suri, eu estou procurando uma casa para mim a mais de um mês e não acho uma que eu consiga pagar, e claro, eu preciso de sexo. Muito sexo.
Já estou com Justin a cinco meses, mas não transamos por eu ainda me sentir insegura, eu tenho todo esse direito, não é? Afinal, a última vez que eu transei eu engravidei, tenho medo disso acontecer novamente. Mas já está na hora de uma boa transa.
Daqui quatro meses as aulas acabam, e então o terceiro ano chega e eu vou me formar. Vou poder arrumar um trabalho e depois uma casa para mim e para minha filha.
Sai dos meus pensamentos quando ouvi meu celular tocar.
— Amor? Porque não veio hoje? — Ouço a voz de Justin pelo celular e a voz dos meninos atrás zoando.
— A Suri acordou de madrugada com febre e então fiquei de olho nela, acabei não indo na escola.
— O que ela tem? E porque não me ligou?
— Desculpe. Achei que ia ficar preocupado e você está precisando de nota Jus, não pode ficar pensando na Suri a todo o momento.
— Tudo bem, estou indo ai para pegar vocês e vocês vão lá para casa. Minha mãe quer ficar um pouco com a Suri.
— Mas já? Ainda são onze da manhã.
— Não vamos ter as ultimas aulas, então vou embora. Te pega daqui uns minutos, tudo bem?
— Ok, vou me arrumar e arrumar as coisas da Suri.
— Tudo bem, tchau. Te amo.
Respondi e desliguei o celular, indo até a cama e mexendo de leve em Suri fazendo a mesma abrir devagar seus olhos resmungando baixo.
— Ei, preguiçosa, vamos acordar? Vamos ir ver o papai e a vovó.
Ri assim que a mesma arregalou os olhos quando ouviu sobre seu pai. Suri e Justin eram muito apegados, e eu realmente nunca me perdoaria se não tivesse dado essa chance par Justin, de assumir e cuidar de Suri. Fui até o banheiro, dando um banho em Suri e dando graças por sua temperatura ter voltado ao normal. Vesti um vestido rosa rodadinho na minha menina e uma sandália da mesma cor, coloquei em seu cabelo que já estava maiorzinho, uma facha. Assim que ouvi a campainha, desci as escadas e abri a porta com Suri ainda no colo.
— Oi. — Falou Justin que estava encostado no batente da porta. Ele entrou me deu um selinho longo e logo pegou Suri no colo, fazendo a mesma rir. — Oi minha princesinha. — Deu um beijo em sua testa.
— Vou tomar um banho rápido e a gente já vai. 
— Tudo bem. — Se jogou no sofá ainda com Suri. Ri da bagunça que seria deixar os dois sozinhos e subi.
Fui no banheiro, tomando um banho rápido sem molhar o cabelo. Vesti um cropped preto, um shorts jeans da mesma cor. Por cima coloquei um kimono branco, no meu pescoço coloquei um colar que ia até minha barriga, nos meus pés coloquei um coturno preto sem salto, e estava pronta. Coloquei dentro da bolça da Suri, meus documentos e os delas, algumas roupas para a mesma, peguei meu celular e desci as escadas vendo Justin gargalhar de gracinhas da Suri.
Cheguei por trás de Justin — Que estava sentado no chão —, e o abracei, fazendo o mesmo cair deitado e eu por cima dele.
— Tá cheirosa. — Falou fungando no meu pescoço, o que me fez arrepiar e Justin rir.
— Obrigada. — Me abaixei mais e o beijei, deixando que sua língua tivesse contato com a minha. Senti Justin arfar e sorri separando dele, e o olhei rindo pelo nariz. — Temos que ir para sua casa.
— Infelizmente. — Neguei com a cabeça, e fui até o sofá pegando Suri que nos olhava sem nos entender.
Coloquei Suri em sua cadeirinha e me sentei no banco ao lado de Justin, que sorriu para mim e girou a chave na ignição e partiu para sua casa. Justin colocou sua mão em minha coxa desnuda e eu coloquei a mão em sua nuca, fazendo um carinho ali. Levei meus dedos até o rádio, o ligando e sorrindo assim que ouvi Why Try de Ariana Grande. Virei meus rostos para a janela ficando de olho na paisagem, e as vezes virava o rosto para ver se Suri estava bem, e se não dava nenhum sinal de que estava mal.
— Ela está bem. — Justin falou dando um leve aperto em minha perna para chamar minha atenção. — Pode ficar tranquila.
Sorri e fui até ele aproveitando o sinal fechado e o dando um selinho rápido. Assim que chegamos em sua casa, Justin entrou no jardim, estacionando seu carro ao lado do de Pattie e descemos. Justin pegou Suri e sua bolça, e eu fui até a porta que estava encostada, a abrindo batendo de leve, chamando a atenção de Pattie que assistia a algum programa de culinária.
— Querida, que bom que veio. — Se levantou e veio até mim, me dando um abraço. — Como você está? Justin disse que Suri passou um pouco mal essa noite.
— Eu estou bem, e Suri também aparenta estar melhor. Dei um banho nela e a temperatura abaixou. 
— Que bom, querida. — Falou e foi até Justin que entrava pela porta, o dando um beijo na testa e pegando Suri no colo que sorriu assim que viu sua avó. Sorri com aquilo, e fui até Justin pegando a bolça do mesmo e subi até seu quarto, colocando sobre sua cama e pegando meu celular e sentando na ponta da cama, respondendo uma mensagem de Hannah que dizia querer matar Chris por ter olhado para uma outra menina. Havia me esquecido do lado ciumento de Hannah.
— Do que está rindo? — Justin perguntou entrando no quarto deixando a porta aberta.
— Da Hannah e do seu ciumes idiota. 
— Ciumes idiota? Você fala como se nunca sentisse ciumes. — Falou vindo até mim e me empurrando de leve para me deitar na cama, e o mesmo se deitou por cima de mim, fazendo que eu abraça-se sua cintura com minhas pernas.
— Mas eu não sinto.
— Não?! Então tá, vou ali rapidinho ligar para a Mackenzie e... — Ameaçou se levantar.
— Você não é nem doido. — Falei fazendo Justin rir. Coloquei minhas duas mãos em seu rosto e o puxei para o beijar.
Senti Justin sorrir entre o beijo e fiz o mesmo. Passei minhas mãos pelo seu ombro e aprofundei o beijo.
— Não quero outro neto. — Ouvi Pattie falar. Paramos o beijo e olhamos para a porta, onde Pattie nos olhava segurando o riso, com Suri no colo. Ri da mesma e joguei minha cabeça para trás, e soltando Justin, que se deitou do meu lado.
Me virei de costas para Justin, abraçando seu travesseiro, me permitindo sentir seu cheiro e fechei meus olhos. Senti Justin dar um leve beijo em meu ombro, e senti meus olhos pesarem e então me deixei levar pelo sono.
— Amor... Amor... — Ouvi Justin me chamar. — Acordar para você poder almoçar.
— Quanto tempo eu dormi?
— Mais ou menos uma hora.
— E a Suri está bem? — Perguntei me sentando, e arrumando meus cabelos que provavelmente estavam bagunçados.
— Está sim. Vem, vamos almoçar. — Dei um leve grito assim que senti Justin me pegar no colo e descer as escadas comigo. 
Chegando na cozinha vi Pattie colocando uma vasilha sobre a mesa e rir de mim e de Justin. Suri estava sentada em uma cadeira para bebês, me sentei ao seu lado, e Justin entre mim e Pattie. Logo nos servimos e comemos em silêncio.
— Vou dar uma saída, posso levar Suri comigo? — Pattie perguntou, quando terminou de lavar a louça. 
— Pode. — Falei sorrindo, e Pattie fez o mesmo. Logo ela desceu do seu quarto arrumada e pegou Suri e a bolça da mesma.
— Então estou indo. Juízo. — Falou saindo com Suri.
Me joguei no sofá ao lado de Justin, e fiquei deitado com o mesmo assistindo TV. Depois de um tempo, ouvi a voz de Justin:
— Posso fazer uma pergunta?
— Sim. — Me virei um pouco agora vendo o rosto de Justin.
— Você tem medo de... Transar comigo de novo? — Perguntou sem jeito.
— Não é isso, é só que... A ultima vez que eu transei, eu engravidei. Não é medo, é insegurança.
— Mas eu sou seu namorado. — Falou indignado me fazendo rir e me sentar ao seu lado.
— Você quer mesmo não é? — Perguntei, fazendo Justin me olhar como se fosse obvio. — Ok. 
Sorri e me virei, juntando meus lábios com de Justin.
Sua língua pediu passagem, e logo cedi, sentindo a maciez da mesma. Justin me puxou para mais perto e repousou suas mãos em meu bumbum, dando um leve aperto ali, sorri. Justin pegou minhas mãos e me levou em direção a escada e então subimos e logo fomos em direção a seu quarto no final do corredor.
Justin fechou a porta e me puxou para perto dele e então me jogou com agilidade na cama me fazendo rir. Justin subiu em cima de mim e então começou a me beijar da boca até meu ombro. Fechei meus olhos e arranquei sua camisa deixando seu perfeito peitoral a mostra, mordi os lábios e logo Justin puxou meu crooped para cima o tirando, logo depois tirou meu short, também.
Justin POV.
Fiz carinho nas costas de Audrey e apertei seus seios de leve fazendo-a rebolar no meu pau semi ereto e continuei sugando seus lábios e língua. Desci a mão para a bunda e apalpei a mesma com força para que ela rebolasse mais. Rasguei seu sutiã jogando-o em qualquer lugar e agarrei seus cabelos por trás começando a sugar seus seios nus e rígidos.
Audrey tentava permanecer quieta enquanto eu fazia aquilo e apenas massageava minha nuca gemendo enquanto observava meus movimentos cada vez mais precisos. Apertei sua bunda e sua intimidade chocou-se contra meu pênis rebolando em cima do mesmo. 
Deitei ela na cama e fiquei escorado ao seu lado. Puxei sua nuca juntando nossos lábios e fazendo questão de deixar explícito o tamanho do meu desejo por ela. Desci minha mão apertando seus seios até mais embaixo acariciando sua barriga e por fim na sua calcinha, passei meu dedo pelo cós e adentrei meus dedos apertando sua intimidade.
— H-hm... — Arfou jogando a cabeça para trás.
Coloquei minha mão por dentro finalmente tocando sua intimidade raspadinha e senti ela molhadinha.
— Abre as pernas. — Sussurrei com a voz rouca em seu ouvido.
Assim que senti seus lábios todos molhadinhos foi impossível não gemer. Droga, ela estava tão pronta. Comecei a masturbá-la bem calmamente vendo sua agonia ser descontada nos próprios lábios. Alguns gemidos saiam do fundo da sua garganta me deixando tão alucinado que não aguentei e puxei sua calcinha para baixo e enfiei minha língua em sua vagina molhada.
Audrey começou a rebolar na minha boca ficando cada vez mais excitada. Seu mel lambuzando toda sua vagina e meu rosto era a melhor sensação que eu jamais havia imaginada sentir.
Deixei que ela gozasse bem gostoso na minha língua enquanto eu apertava sua cintura contra meus lábios pra prolongar seu prazer e o meu. Aqueles gemidos de cachorra no cio estavam deixando meu pau tão ereto que ela se espantou assim que eu me livrei da minha boxer.
Beijei os lábios dela melando com seu próprio gozo e esfreguei meu pau na sua intimidade pra lubrificar com o mel dela. 
— Vem cá. — Sussurrei em seu ouvido me encostando no apoio da cama enquanto me masturbava. 
Ela empinou sua bunda grande na direção contrária e se ajoelhou já sabendo o que eu queria. Guiei sua boca até meu pênis e ela começou a me chupar com sua boca pequena e apertadinha. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás aproveitando a sensação de ter ela me chupando de boa vontade. Pressionei sua cabeça contra meu pênis aumentando um pouco a velocidade mas parei assim que senti que ia gozar.
A beijei, e sem nos separar peeguei uma camisinha e logo a coloquei em meu pênis. Abri suas pernas e me posicionei entre elas. Os braços de Audrey abraçaram meu pescoço. A penetrei devagar. Audrey abriu a boca e gemeu olhando em meus olhos, arqueando as costas levemente. Gemi observando cada movimento que ela fazia.
As mãos de Audrey apertaram meus bíceps e ela tombou a cabeça pra trás, gemendo, sem desgrudar os olhos dos meus. Mas, seus olhos se fecharam e ela abriu ainda mais a boca, gemendo mais alto quando eu acelerei as entocadas, gemi junto, encarando sua boca. Segundos depois suas unhas arranhavam minhas costas com vigor, excitação, doía, mas a dor se transformava em desejo rapidamente. 
Acariciei toda a lateral de seu corpo. Segurei em sua coxa e coloquei sua perna em meu ombro, acelerando ainda mais a velocidade da penetração, a penetrando com mais força, fazendo nossos corpos irem pra cima e pra baixo, balançando a cama.
Senti sua intimidade mastigar meu pênis e ela gozou, enquanto gemia alto, em meu ouvido. Dei algumas entocadas e gemi contra seu pescoço, gozando dentro dela. Dei mais algumas entocadas fortes para me certificar que meu líquido todo tivesse sido liberado e saí de dentro dela, me jogando ao seu lado.
O único barulho no quarto era de nossas respirações aceleradas, que nós estávamos tentando controlar.
— Eu te amo. — Falei a dando um selinho e a mesma fez o mesmo.
— Eu também te amo... Muito. — Falou sorrindo.
♥♥♥♥♥
Vi os meninos sentados na arquibancada vendo as meninas treinando. Fui até eles, cumprimentando todos com um rápido toque e me sentei ao lado de Chaz.
— E ai?
— Suave. — Respondeu os três.
— Fala aí. O que tu fez para a Hannah estar puta com você? — Perguntei para Chris, que olhava de longe para a namorada que o encarava querendo o matar.
— Ela ficou falando que eu fiquei olhando para outra mina, o que é mentira.
— Vindo de você? Sei não em. — Ryan falou, fazendo eu e Chaz rir.
— Cala a boca. Eu gosto da Hannah, não porque eu ficar olhando para outra mina.
— A que lindo, ele está apaixonado. — Ryan falou novamente. Rimos
— Não sei porque vocês estão rindo, todo mundo aqui namora, e eu realmente acho que a gente namora porque a gente está apaixonada.
— Verdade. — Chaz falou, e olhou para as meninas. Fiz o mesmo.
— É, Justin?... — Olhei para Chris. — Que arranhado é esse no seu pescoço? — Olhei para Christian, dando um sorriso safada e levantei uma das sobrancelhas.
— Ae muleque. Conseguiu o que tanto queria.
— Na boa, eu não tava mais aguentando. Mas em compensação, foi a melhor transa da minha vida. — Falei fazendo eles rirem.
— O Justin de antes não esperaria nem cinco dias. Você esperou cinco meses.
— Ela tava com medo, e por incrível que pareça eu conseguia intender ela, afinal, ela é mãe com dezessete e eu, pai. Só foi questão de tempo.
— É bom mudar as vezes.
 Falei olhando para eles, que me olharam com olhos brilhantes e então olhamos para frente, ficando de olho em nossas namoradas.

" E então eu descobri que para se apaixonar é preciso apenas 0,2 segundos... E então talvez, essa seja sua mudança..."

Nenhum comentário:

Postar um comentário